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PROGRAMAÇÃO SESC CENTRO DE PESQUISA E FORMAÇÃO
R. Martins Fontes, 71 - Centro, São Paulo - SP, 01050-000
 
Produção wi-fi: a música afro-brasileira na era digital
com JUÇARA MARÇAL - São Paulo
15h
PALESTRA
AUDITÓRIO
DIA 3
*Eventos a preços acessíveis
**Inscrições feitas diretamente no site do SESC
JUÇARA MARÇAL

Juçara Marçal, com sua sólida trajetória artística, construída de forma independente e experimental, utilizando a internet como meio de promoção e divulgação, nos convida a pensar o universo da música afro-brasileira na era digital a partir de sua obra mais audaciosa e recente, “Anganga” (2015.) Cantora paulistana envolvida em projetos musicais multifacetados, entre eles o Metá Metá: grupo formado por Juçara, Thiago França e Kiko Dinucci, que teve seu trabalho listado entre os melhores discos nacionais de 2012. Juçara também lançou para download em 2014 o disco solo “Encarnado”, novamente aclamado pela crítica.

Foto: José de Holanda
DIA 15
AUDITÓRIO
Afrofuturismo: viagens entre Brasil e África
com KENIA FREITAS - Brasília
KENIA FREITAS

Afrofuturismo é um termo que vem sendo bastante utilizado por artistas brasileiros e africanos. Mas, o que ele significa? Quais são suas vertentes e suas formas de materialização na linguagem artística? Kenia Freitas, nome que desponta no cenário nacional neste tema, nos propõe um mergulho profundo para melhor entender essas manifestações. A convidada, curadora da Mostra “Afrofuturismo: cinema e música em uma diáspora intergalática”, em 2015, no Caixa Belas Artes/SP, é doutora em Comunicação e Cultura, com pesquisas no campo do documentário, das novas tecnologias e do movimento afrofuturista.

DIA 17
AUDITÓRIO
PALESTRA
Webativismo afro-brasileiro: internet e transformação social
com Coletivo PRETA E ACADÊMICA - São Paulo/Maringá
15h
PRETA E ACADÊMICA

O coletivo Preta e Acadêmica é a união de vozes pela inserção de mulheres negras nas instituições de ensino superior do Brasil. Baseado nos conceitos do Feminismo Negro Interseccional, quatro mulheres incentivam e abrem caminho para que outras possam ocupar de uma vez por todas o ambiente acadêmico. O projeto dá suporte para denúncias contra o racismo praticado dentro e fora das universidades, criando ainda campanhas em busca da igualdade de gênero e cor, e buscando assim divulgar e difundir a produção científica das mulheres negras no Brasil e na diáspora.

Mídias e ferramentas sociais digitais
para empoderamento negro
com MONIQUE EVELLE - São Paulo
15h
DIA 22
PALESTRA
AUDITÓRIO

A comunicadora e empreendedora baiana Monique Evelle é responsável pela criação da ‘Ubuntu’, espaço de troca de conteúdo e experiências sobre a história da cultura afro-brasileira e primeira rede social de aprendizagem colaborativa do Brasil. Expressão da língua Zulu, “Ubuntu” significa ‘Eu sou porque nós somos”, filosofia seguida a risca pela por ela, que enxerga a união como chave para a promoção de debates e de novas políticas sociorraciais. Ativista, talentosa e dinâmica, Monique está na lista das “30 mulheres com menos de 30 anos para ficar de olho″, feita pela Revista Cláudia e Portal M de Mulher da Editora Abril.

MONIQUE EVELLE
15h
PALESTRA
15h
PALESTRA
AUDITÓRIO
DIA 24
Foto: José de Holanda

Formado pela Universidade de Lagos, na Nigéria, é programador, escritor e faz parte de uma geração de jovens nigerianos que pensam a tecnologia como grande aliada para o desenvolvimento econômico e social. Entusiasta da economia criativa, é o fundador e programador da Genii Games, iniciativa responsável pela concepção de aplicativos voltados para a difusão das culturas africanas entre crianças. Um de seus trabalhos mais importantes é o aplicativo Asa, que ensina iorubá de maneira lúdica e divertida para os jovens, colaborando com a preservação desta milenar e inestimável língua.

Nigéria, games e aplicativos:
a tecnologia em função do conhecimento
com ADEBAYO ADEGBEMBO - Nigéria
ADEBAYO ADEGBEMBO